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(Não) se apaixone por uma mulher viajante

Na maioria das vezes não posto conteúdo que não seja da minha autoria no The World by Fon. Pra que isso ocorra o tema tem que me agradar muito. Não é arrogância, nem pre-potencia, é apenas o uma questão de seguir um objetivo.

Meses atrás li este texto e pouco depois também surgiu o vídeo. Achei tão bom que pensei em traduzi-lo e interpretá-lo, até que descobri que dezenas de pessoas já haviam feito isso.  Na altura superei, não me importei e desfrutei traduzindo-o. Hoje 8 de março é um bom momento para compartilhar este material, Feliz Dia Internacional da Mulher!

Don't Date a Girl Who Travels from Jonathan Wallace on Vimeo.

Ela é uma daquelas mulheres que não mantém o cabelo sempre arrumado e possivelmente ele esteja descuidado e queimado do sol. A sua pele agora está longe de ser aquilo que já foi um dia, e não é um simples bronze de verão. Está queimada em diversos lugares, tonalidades naturais que o sol lhe impôs. Está repleta de cicatrizes e picadas, mas acredite, cada uma dessas marcas tem a sua história.

(Não) namore uma mulher viajante. Não é fácil deixá-la contente. Aquele corriqueiro programa de cineminha depois de um jantar no shopping vai lhe encher o saco. A sua alma está constantemente desejando novas experiências e aventuras. Ela não vai se impressionar com o seu novo possante ou com o relógio caro que você costuma ostentar no pulso. Ela preferiria estar escalando ou saltando de um avião ao invés de estar ouvindo essas ladainhas que saem da tua boca.

(Não) namore uma mulher viajante porquê quem sabe ela te acorde no meio da noite pra comprar aquela passagem que entrou em promoção. É bem provável que ela não queira um fim de semana de festas e baladas, ela é astuta! Aposto que sabe de pelo menos uma dezena de outros lugares onde passaria uma semana incrível com o dinheiro equivalente.


Existem chances de que o seu emprego não seja fixo. É bem possível queira pedir a conta. Definitivamente, ela não quer ficar ralando duro pelo sonho de uma outra pessoa. Ela tem os próprios sonhos e está em busca de alcançá-los. Ela pode trabalhar por conta própria, ela se adapta facilmente e sua mente está repleta de idéias e imaginação. Não faça com que ela desperdice o seu tempo escutando sobre teu trabalho chato!

(Não) namore uma mulher viajante. Quem sabe ela até deixou a profissão em que se formou e seguiu outra carreira totalmente diferente. Pode ser que agora ela se dedique a aulas de yôga ou tenha se especializado em mergulho. Muito possivelmente ela nem saiba em que dia exatamente virá o seu próximo salário, mas relaxa. Claro, ela não é um robô, e não trabalha como um o dia todo! Ela simplesmente se deixa levar pelo que a vida tem a oferecer e ainda é capaz de te desafiar a fazer o mesmo!


(Não) namore uma mulher viajante porquê na vida dela nem tudo tem um único caminho. Ela pode nem ter um planejamento ou um endereço fixo. Ela segue o fluxo e escuta o seu coração. Ela dança a marcha do seu próprio ritmo. Ela abandonou os relógios e aprendeu a deixar-se guiar pelo Sol e pela Lua. Quando o mar chama, ela se esquece de tudo naquele instante. Mas ela aprendeu que o mais importante da vida não é uma tarde surf.

(Não) namore uma mulher viajante, ela vai falar o que pensa! Ela nunca se esforçará para impressionar seus pais, seus amigos ou quem quer que seja. Ela sabe respeitar, mas não terá medo de encarar um debate sobre questões globais e responsabilidade social.

Ela é independente. Sabe armar uma barraca e montar as quilhas da sua prancha. Ela cozinha e não precisa que você pague a conta. Quem sabe essa independência até seja extrema, e provavelmente não se importará se você decidir não viajar com ela. Ela está ocupada, vivendo o seu presente. Fala com estranhos, conhece pessoas interessantes ao redor do mundo. Pessoas que compartilham a sua opinião, que dividem os mesmos sonhos e as mesmas paixões que ela.



Então, (não) namore uma mulher viajante a não ser que você saiba como acompanhá-la. Caso você, acidentalmente, se apaixonar por uma delas, não caia no erro de tentar prendê-la... Deixe-a ir.

Texto traduzido livremente por Afonso Miguel Solak. Sem fins comerciais.

Texto original em inglês Don’t Date a Girl Who Travels, por Adi Zarsadias.

Abraço maior que o Atlântico,

Fon

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